By: ALH BRASIL TEAM
Iveco incentiva a sustentabilidade durante test-drive solidário do novo Vertis
Marcadores:
Notícias
Montadora fez doação de uma cesta básica para cada test-drive realizado durante o lançamento do novo Iveco Vertis, duas instituições de Porto do Sauípe (BA), próximo ao local onde o Vertis foi lançado, receberão as doações, a ação pioneira faz parte do Próximo Passo, o programa de sustentabilidade da Iveco.
A Iveco, por meio de seu programa Próximo Passo, deu mais um passo rumo à sustentabilidade durante o lançamento do Iveco Vertis. O novo caminhão da montadora entra no segmento dos médios e foi lançado no dia 22 de outubro na Praia do Forte, Bahia e marcou mais uma ação pioneira da Iveco. A cada test-drive do Iveco Vertis realizado pelos jornalistas, concessionário, clientes e convidados presentes no lançamento, a montadora doou uma cesta básica para duas instituições de Porto do Sauípe, vilarejo localizado próximo ao município de Entre Rios (BA) e à Praia do Forte, onde o test-drive foi realizado.
As entidades Escolinha Meninos do Porto do Sauípe e Associação dos Artesãos do Porto do Sauípe receberam cerca de 80 cestas básicas da Iveco, todas com mensagens dos participantes do test-drive. “A Iveco sai na frente mais uma vez, sendo a única montadora de caminhões a realizar um test-drive solidário, e demonstra a importância da sustentabilidade, que já faz parte da cultura e é um dos pilares da marca no Brasil”, afirma Marco Piquini, diretor de comunicação da Iveco Latin America. Para Piquini, essa ação foi uma forma de contribuir com a região, que abriga grandes eventos como o lançamento do Iveco Vertis. “Além de marcarmos presença com esse grande evento, queríamos deixar uma mostra de nossa preocupação com o desenvolvimento social dos moradores da região, objetivo do nosso programa Próximo Passo”, informa.
A preocupação com a sustentabilidade para o novo Iveco Vertis aparece antes mesmo da ação solidária no test-drive. O caminhão apresenta superior economia de combustível e baixa emissão de poluentes, além de já estar preparado para a conversão ao Euro V.
As duas entidades que foram beneficiadas fazem parte do Projeto Berimbau, que visa melhorar a qualidade de vida das comunidades da região do Sauípe por meio de geração de emprego e renda. A Escola Meninos do Porto acolhe mais de 100 crianças, de 3 a 5 anos, utilizando metodologias diferenciadas de ensino, com projetos pedagógicos e oferece recreação, educação ambiental, oficinas lúdicas, introdução a conhecimentos em matemática e português, além de interação com o meio e a comunidade, como plantação e cultivo de horta. Já a Associação dos Artesãos do Porto do Sauípe reúne cerca de 25 artesãos que se dedicam ao trançado da palha de piaçava, desde a coleta da matéria-prima em lugares afastados, à secagem, tingimento, desfiamento e costura final. São produzidas mais de 1.000 peças por mês, entre tapetes, sacolas, bolsas, chapéus, cestos, petisqueiras e descanso de copos, tudo na palha piaçava com grafismos e variadas cores. Para Maria Joelma Bispo Silva, uma das responsáveis pela Associação, ações como essa são importantíssimas para a manutenção dos projetos. “Sentimos falta de iniciativas como a da Iveco. Nossas instituições funcionam a partir de parcerias e doações, e é maravilhoso poder ajudar tantas crianças e moradores do Porto do Sauípe”, disse. As cestas básicas serão distribuídas para as famílias das crianças e dos artesãos, além de moradores da comunidade que mais precisam.
A iniciativa inédita da Iveco com o test-drive solidário faz parte do programa de sustentabilidade da montadora, o Próximo Passo. Segundo Júnea Sá Fortes, coordenadora do programa, essa ação buscou permear o aspecto sustentável da marca, demonstrando compromisso com a sociedade. “Depois de termos sido tão bem recebidos na região, que acolheu o lançamento do Vertis, nada mais justo do que beneficiarmos entidades que buscam o desenvolvimento sustentável, como a Associação de Artesãos e a Escola Meninos do Porto do Sauípe”, informa Júnea.
Fonte: Portal Fator Brasil
Empresário americano fatura R$ 3,4 milhões por ano com restaurante coreano itinerante montado em caminhão
Marcadores:
Notícias
Uma nova tendência gastronômica está ganhando as ruas dos Estados Unidos. Empresários estão empreendendo e criando restaurantes itinerantes, em caminhões que transitam pelas ruas e informam sua localização aos clientes usando redes sociais como Twitter e Facebook.
Esse é um fenômeno que se expandiu nos Estados Unidos em 2009. Um exemplo de empresário bem-sucedido que adotou esse modelo de restaurante é Roy Choi, que serve milhares de refeições de culinária coreana todos os dias nas ruas de Los Angeles. Seu restaurante se chama Kogi. Choi faturou em 2009 US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 3,4 milhões) e foi eleito o melhor chef de 2010 pela revista de gastronomia americana Food & Wine .
Montar um restaurante sobre quatro rodas tem vantagens e desvantagens para os empresários. Apesar de eles não pagarem aluguel de um local fixo, há despesas com aluguel de locais para armazenar os ingredientes e com licenças de funcionamento.
Portland também tornou-se um grande mercado repleto desse novo modelo de negócio e até possui áreas reservadas para servirem como praças de alimentação desses restaurantes sobre rodas.
Aposta em energia
Marcadores:
Notícias
A eficiência foi o tema do Salão Europeu de Veículos Comerciais da Alemanha e as marcas realçaram seu papel de estarem comprometidas com a sustentabilidade
A redução de consumo de combustível e algumas realidades em tecnologias a base de energias limpas foram os temas centrais do IAA (Salão Europeu de Veículos Comerciais) em Hannover, na Alemanha. O evento aconteceu depois de um ano ruim considerado um dos piores momentos econômicos enfrentados pela Europa, por conta da crise mundial. Segundo Andreas Renschler, membro do conselho de administração da Daimler AG, aos poucos, um novo panorama está sendo construído. “Hoje vemos que muitas áreas sobreviveram e, entre elas, a de veículos comerciais. Estou contente que neste salão podemos comemorar a retomada do mercado”, ressalta.
Os números de vendas para os primeiros oito meses deste ano, na realidade da marca, provam a mensagem de Renschler. No segmento de ônibus, a companhia teve um incremento de 22%; para a Mercedes-Benz Van, a alta correspondeu a 48% e no segmento de caminhões, o acréscimo foi de 33%. O executivo acrescentou ainda que o desafio para poder crescer no setor não está em atender à demanda do cliente, que dá muita importância aos custos operacionais. “Cerca de 90% dos custos com caminhões só incidem no bolso do frotista depois da compra, e o custo com combustível é o maior deles”.
A eficiência ganhou espaço no estande da marca da estrela que mostrou o Atego híbrido, que passa a ser produzido em série para abastecer o mercado europeu. O modelo, avaliado pela DHL para atender ao segmento de distribuição urbana, rendeu bons resultados à companhia, que, depois de avaliá-lo, encomendou mais 50 unidades. Líder no segmento em que atua na Europa Ocidental, o Atego, assim como o Axor, passou por novidades estéticas, cujas linhas remetem ao do irmão pesado Actros.
A Iveco comemorou o faturamento de 8 bilhões de euros e a participação de mercado em torno de 8% pelo mundo. Como a América Latina é responsável por 15% desse montante – e o Brasil representa em 60% da fatia na região -, os dirigientes pretendem investir mais no país. Satisfeita com tamanha recuperação, a Iveco quer injetar R$ 570 milhões no Brasil até 2011. Paolo Monferino, CEO da fabricante italiana, seguindo o ritmo do salão, também realçou o tema eficiência. No estande da Iveco, – onde estavam expostos todos os modelos da marca -, dois caminhões em especial chamaram a atenção: o EcoStralis e o Iveco Glider, sendo este último um veículo conceito da marca, porém, equipado com itens que podem se tornar realidade dentro de poucos anos. O EcoStralis, por sua vez, foi projetado para garantir eficiência, afim de minimizar o consumo de combustível. “Por agora devo dizer apenas que o EcoStralis é inovador”, revelou Paolo Monferino, CEO da Iveco.
Georg Pachta-Reyhofen, presidente do Grupo MAN concordou com a opinião de Renschler, ao afirmar que 2009 não foi um bom ano, contudo, para 2010 já enxerga resultados animadores – sobretudo, se olharmos o mercado latino-americano, incluindo o Brasil, que foi o palco principal do estande da MAN Latin America. Isso porque o mercado para a companhia na região segue em plena expansão. Enquanto no primeiro semestre de 2010 a fabricante cresceu 70% no mercado mundial, em relação à igual período ano passado, apenas na América Latina expandiu 65% nas vendas. No Brasil, de janeiro a agosto, a marca registrou 30,3% de participação no mercado de caminhões acima de 5 t.
Com um crescimento constante nos seus negócios em países emergentes, a MAN tem como foco a implementação da internacionalização nos países do BRIC. Na Índia, Pachta-Reyhofen crê que o mercado chegará à maturidade econômica, seguindo o ritmo de nações como China e Brasil, onde a MAN possuem ações da Sinotruck e é dona da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus, respectivamente. “Hoje, é necessário concebermos, em nosso portfólio, produtos muito bem definidos para atender a diferentes mercados pelo mundo”, refere-se Pachta-Reyhofen em relação aos desafios da marca.
Fonte: Transporte Mundial
Big dream – A caminhão-moto
Gregory Dunham iniciou a construção do seu “grande sonho”, a moto gigante, em 2002, aproveitando da experiência que tinha com chassis e estrutura de carro.
Muitas peças foram compradas online e após um longo trabalho e diversos problemas na construção, principalmente com a transmissão, veio à recompensa.Em 2005 a “Big Dream” foi certificada pelo “Guinness Book of World Records” como sendo a maior moto do mundo, basta olhar para ela para nos sentirmos literalmente pequenos! Ficar ao lado de uma moto com 3,4 metros de altura e 6,2 metros de comprimento, faz nos imaginar como seria levantar a moto do chão, ainda que houvesse alguém por perto para dar uma mãozinha.
Não sendo uma verdadeira moto na real concepção da palavra, já que está equipada com sistemas que as motos dispensam, nomeadamente umas “pequenas” rodas laterais destinadas ao arranque e parada, a “Big Dream” é propulsionada por um motor de 8,2 litros (8.200 cc) que consegue impulsionar as suas imponentes três toneladas de peso até aos 105 km/h. O custo deste “sonho” está avaliado em aproximadamente $300.000.
Fonte: WecMotos
Feira projeta faturamento de R$ 70 milhões
Marcadores:
Notícias
Caminhões modernos e softwares para melhorar a segurança e reduzir o risco de acidentes estão entre os produtos da Logistique-Feira Internacional de Logística, Serviços, Transporte e Comércio Exterior, que iniciou hoje em Chapecó. Os portões ficam abertos das 15 às 22 horas, no Parque de Exposições Tancredo Neves. O ingresso é gratuito.
O presidente da feira, Valmor Zanella, disse que a estimativa é de negócios de R$ 70 milhões. Somente um caminhão da Volvo, o FH 440, custa R$ 400 mil. Ele é equipado até com bafômetro, que impede o motorista de ligar o veículo se estiver embriagado. Há também sensores que indicam quando há ultrapassagem de um veículo ou quando o caminhão está saindo da pista.
A empresa OniXsat, de Londrina, está apresentando softwares que permitem às empresas instalar sensores nos veículos que mandam para uma central informações sobre a velocidade, freadas e outras manobras dos motoristas. De acordo com o diretor de marketing da empresa, Wagner Eloy, isso permite avaliar melhor os condutores e treiná-los, para reduzir o número de acidentes.
Na abertura o presidente da Federação das Empresas de Transporte e Logística de Santa Catarina (Fetrancesc), Pedro Lopes, afirmou que uma das discussões do evento é buscar melhorar a infraestrutura logística do estado. Ele afirmou que a ferrovia para o Oeste é importante mas ela não basta. Disse que é necessário investir na integração entre a rodovia, ferrovia, portos e aeroportos.
Ele cobrou investimentos urgentes na melhoria de rodovias e formas de mobilidade urbana. Ele disse que as atuais rodovias, cheias de curvas, foram projetadas quando os veículos atingiam no máximo 80 quilômetros por hora. Ele afirmou que os carros estão cada vez mais rápido e a velocidade nas estradas cada vez menor. Outro problema a ser resolvido é de acesso dos caminhões nas cidades.
Fonte: Diário do Oeste
Assinar:
Postagens





























